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Vereador investigado por violência doméstica é alvo de novos relatos de agressão

por Editor 18 de novembro de 2025
18 de novembro de 2025
Imagens de uma câmera de segurança registraram o vereador campineiro Otto Alejandro (PL) ameaçando, ofendendo e intimidando a porteira do edifício onde vive sua namorada | Foto: Reprodução
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Imagens de uma câmera de segurança registraram o vereador campineiro Otto Alejandro (PL) ameaçando, ofendendo e intimidando a porteira do edifício onde vive sua namorada. O registro é de abril deste ano e veio à tona após a denúncia de violência doméstica feita pela moça semana passada. A funcionária aparece visivelmente desconfortável e intimidada enquanto o parlamentar, que segura uma garrafa de cerveja e está acompanhado de um homem a quem ele se refere como “doutor”, altera o tom de voz e inicia uma série de xingamentos, assim que chega no condomínio.

No vídeo, o vereador dirige uma sequência de ataques à porteira. Entre as ofensas, Otto Alejandro fala que ela “não ganha mais que mil reais”, insinuando que ela teria um salário baixo e afirma, em tom ameaçador: “A hora que você pisar para fora, nós vamos conversar”. Otto também chama a funcionária de “cabelo de fogo, do capeta, sapatão”.

Em tom ameaçador, afirma: “A hora que você sair daí, nós vamos conversar”. Otto também declara que estava no local para cobrar uma suposta dívida atribuída à namorada e menciona que aquela seria a segunda vez que fazia essa cobrança, acrescentando que “não haveria uma terceira”.

A assessoria do parlamentar declarou que a situação teria origem em “questões financeiras” e alegou que o parlamentar teria sido “insultado várias vezes, e que respondeu na mesma intensidade”. A equipe acrescentou que a gravação teria passado por edição, “restando apenas as falas do vereador” mas não informou qual trecho teria sido alterado. As imagens mostram a chegada e a saída de Otto, sem interrupções aparentes.

O Correio da Manhã divulgou na semana passada que a namorada de Otto registrou boletim de ocorrência na 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) por violência doméstica, ameaça, injúria e dano. No relato, ela acusa o vereador de agressão física, violência psicológica, ameaça de morte, injúria e dano material. Segundo ela, ele destruiu objetos dentro de sua residência, usou termos como “puta”, “vadia” e “ingrata” e a ameaçou de morte, dizendo “vou acabar te matando”. Otto negou ter cometido qualquer violência e afirmou ser alvo de perseguição política.

Nesta segunda-feira (17), a Câmara Municipal de Campinas tentou realizar a votação para abrir uma Comissão Processante que poderia resultar em um processo de cassação do mandato, mas a sessão foi esvaziada após articulação de parte dos vereadores de direita, o que impediu o quórum necessário. Com isso, a deliberação foi adiada e deverá voltar à pauta na reunião ordinária desta quarta-feira (19).

Testemunha relata episódios de agressão do vereador Otto Alejandro em ônibus de Campinas

Além do episódio no condomínio, surgiram novos relatos envolvendo o parlamentar. Uma testemunha que não quis se identificar, afirmou à reportagem que presenciou Otto Alejandro agredindo passageiros dentro de um ônibus na esquina das avenidas Francisco Glicério e Aquidabã, em Campinas, em julho deste ano. O depoimento se soma ao vídeo das ameaças à porteira e a gravação em que agrediu os passageiros e o motorista do ônibus.

Segundo a testemunha, os registros que circulam sobre o vereador não são casos isolados. “Tenho um vídeo dele aqui… filmado por mim, de julho deste ano, quando ele apedrejou um ônibus e quebrou o vidro, ameaçou motorista e passageiros e empurrou a namorada, chamando de vadia”, relatou.

A testemunha conta que estava dentro do ônibus no momento da confusão. “O ônibus tinha parado para pegar passageiros no final da Glicério com Aquidabã, em frente ao Largo do Pará. O que parece é que este Otto encasquetou que o ônibus tinha batido no carro dele”, afirmou. Ela conta que estava dentro do veículo quando tudo começou: “Eu estava dentro do ônibus quando percebi a confusão e, de repente, rolou a pedrada no vidro do ônibus. O vereador jogou uma pedra no vidro do ônibus.”

Antes disso, a testemunha havia acabado de embarcar. “Quando eu cheguei, coloquei minha mala no porta-malas, subi no ônibus, sentei. Sentados no ônibus, do nada um barulho forte e a janela de trás estilhaçada. Imaginei até que tinha sido uma batida. Mas na verdade o ônibus tinha sido apedrejado por alguém”. Após o primeiro impacto, ela afirma que o vereador continuou: “Ele ainda jogou mais pedras que poderiam ter acertado alguém.”

Ela relata que acompanhou praticamente tudo de dentro do ônibus. “Eu fiquei quase todo o tempo dentro do ônibus, o momento que saí foi depois que ele espatifou o celular do motorista do ônibus.” Segundo seu relato, foi nesse momento que a situação ficou ainda mais tensa: “O motorista vai tentar conversar com o Otto com o celular na mão, o Otto pega o celular da mão do motorista, joga no chão e quebra o celular. Então, alguns passageiros começam a filmar, começam a se revoltar.”

A partir daí, o vereador teria avançado contra quem estava na calçada e também contra quem tentava registrar o ocorrido. “O Otto vem pra cima dos passageiros, gritando com os passageiros, inclusive comigo, que fiz uma das filmagem”. A testemunha confirma que também foi ameaçada diretamente: “Eu estava filmando e ele veio pra cima de mim.”

Com a confusão aumentando, ela diz que recuou. “Quando saí pra filmar, ele ameaçou de vir pra cima das pessoas que estavam na rua na porra do ônibus, aí voltei pra dentro e acompanhei tudo de dentro do ônibus.” Segundo ela, o parlamentar parecia completamente alterado: “Não interagi com ele. Mas pelo estado em que estava, ele falava tão arrastado que se falasse comigo eu provavelmente não ia entender.”
A mulher que estava com o vereador também tentava intervir. “A mulher que estava com o vereador tentou apartar a discussão e o vereador partiu pra cima dela e teve, de fato, agressão física”, afirmou.

“No momento da agressão física à mulher eu estava dentro do ônibus. Acompanhei tudo. Teve puxões e empurrões. Além de xingamentos diversos.” Ela reforça que essa parte do episódio é o que mais a indignou: “As minhas revoltas foram a agressão ao motorista, a questão de quebrar o vidro que podia ter atingido alguém, os passageiros do ônibus e também a maneira com que ele tratava a mulher.”

A chegada da Polícia Militar, segundo ela, não resolveu a situação. “Aí, chegou a polícia, não fez teste do bafômetro.” Pouco depois, um homem teria aparecido dizendo que dirigiria o veículo do parlamentar. “Chegou uma outra pessoa se dizendo motorista do carro, para dirigir para o vereador. Mas ele falou que o Otto estava visivelmente embriagado, que inclusive a fala dele… enfim, que foi isso.”

A testemunha acredita que nenhuma ocorrência policial tenha sido registrada ali. “Não acho que foi feito BO, fiquei com o motorista até o momento em que os guardas mandaram ele sair com o ônibus apedrejado. O motorista chegou a coletar dados de pessoas para serem testemunhas.” 

Enquanto isso, dentro do veículo, quem presenciava a cena tentava se proteger. “De dentro do ônibus os passageiros se refugiaram e ligaram pro 190.”

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