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Prefeitura acelera desapropriações para nova usina de reciclagem de entulho

por Editor 14 de janeiro de 2026
14 de janeiro de 2026
Diante do esgotamento gradual da atual Usina Recicladora de Materiais, a Prefeitura de Campinas decidiu decretar situação de urgência para a desapropriação de três áreas localizadas no entorno da unidade, no Jardim São Caetano | Foto: Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas
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Diante do esgotamento gradual da atual Usina Recicladora de Materiais (URM), a Prefeitura de Campinas decidiu decretar situação de urgência para a desapropriação de três áreas localizadas no entorno da unidade, no Jardim São Caetano. A iniciativa busca assegurar a continuidade do serviço de reciclagem e destinação adequada do entulho gerado pelas obras no município.

O decreto nº 24.238, que formaliza a medida, foi publicado no Diário Oficial na segunda-feira (12) e lista os terrenos que deverão ser incorporados ao patrimônio público para a implantação de uma nova usina.
Em operação desde 1995, a URM é administrada pelo Departamento de Limpeza Urbana (DLU) e recebe todo o resíduo de construção civil produzido em Campinas. De acordo com a Secretaria de Serviços Públicos, o funcionamento da unidade tem sido fundamental para evitar o descarte irregular de entulho em vias públicas, áreas verdes, terrenos baldios e cursos d’água, prevenindo impactos ambientais e riscos à população.

Atualmente, cerca de 120 empresas de caçambas estão credenciadas para transportar os resíduos até a usina. A área em funcionamento ocupa aproximadamente 200 mil metros quadrados e atua tanto na reciclagem do material quanto como aterro de inertes, resíduos que não passam por reações químicas. Após quase 30 anos de atividade, o espaço disponível está próximo da saturação.

A estimativa inicial da administração municipal é de que a desapropriação das três áreas custe em torno de R$ 12 milhões. O valor ainda está sendo detalhado em estudos técnicos conduzidos pela Secretaria de Finanças.

Segundo a Prefeitura, a prioridade será a negociação amigável com os proprietários dos terrenos. Caso haja acordo, o pagamento será feito à vista antes da posse. Na ausência de consenso, o município poderá recorrer à desapropriação judicial.

Os recursos para a aquisição das áreas sairão do orçamento da Secretaria de Serviços Públicos, em rubrica específica destinada a esse tipo de despesa.

Após a incorporação dos terrenos, será necessário obter o licenciamento ambiental junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Mesmo tratando-se de resíduos classificados como inertes, o procedimento é obrigatório e deve levar entre dois e três meses para ser concluído.

A URM recebe diariamente cerca de 500 caçambas, com volumes médios entre três e quatro metros cúbicos cada, o que representa de 1.800 a 3.200 toneladas de resíduos por dia. A expectativa é que a nova área mantenha esse mesmo patamar de operação.

O processamento do material é feito por um britador de origem austríaca, adquirido há cerca de três anos, com investimento aproximado de R$ 10 milhões. O equipamento é responsável pela trituração do entulho e pela separação dos resíduos de acordo com a granulometria e o tipo de material.

Segundo a Secretaria de Serviços Públicos, o sistema transforma o entulho em cinco ou seis produtos diferentes, todos reaproveitáveis pela própria construção civil. As ferragens presentes nos resíduos são removidas por um sistema magnético acoplado à máquina.

Todo o material reciclado é utilizado pela Prefeitura, principalmente na conservação e recuperação das estradas rurais do município, que somam aproximadamente 1.500 quilômetros.

Fiscalização e descarte irregular

Um dos desafios enfrentados pela usina é a chegada de materiais que não se enquadram como resíduos da construção civil, como lixo doméstico e restos de poda. Esses itens precisam ser separados manualmente e encaminhados ao aterro sanitário, gerando custos adicionais.

De acordo com o secretário responsável pela pasta, esse tipo de ocorrência provoca transtornos operacionais, pois exige transporte extra e pagamento pela destinação final adequada. Para coibir a prática, a Prefeitura estuda a aplicação de uma sobretaxa que pode chegar a 200% para caçambas que apresentarem material inadequado.

A medida, segundo a administração, tem caráter educativo e punitivo, com o objetivo de responsabilizar construtoras, empreiteiras e empresas de caçambas pelo controle do que é descartado.

Características das áreas e continuidade do serviço

A Secretaria de Serviços Públicos informou que não há moradores nos terrenos que serão desapropriados. As áreas são classificadas como sítios, utilizados predominantemente para pastagem.

A implantação da nova usina deverá manter a mesma finalidade ambiental e operacional da unidade atual, garantindo a continuidade da reciclagem e da disposição correta dos resíduos inertes no município.

Destinação correta do entulho

Sempre que uma obra é finalizada, seja uma reforma residencial, a construção de um imóvel ou um grande empreendimento, os restos de materiais como concreto, tijolos, telhas e blocos precisam ser descartados em local apropriado. Em Campinas, grandes volumes de entulho devem ser encaminhados à URM.

No local, os resíduos chegam por meio de transportadores e empresas de caçambas contratadas durante as obras. O material passa por um processo mecanizado de trituração e peneiramento. A peneira faz a separação inicial, o britador reduz o entulho e um ímã interno remove as ferragens, que permanecem apartadas dos materiais reutilizáveis, destinados principalmente à melhoria das vias de terra do município.

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