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Na caravana da alegria

por Editor 20 de novembro de 2025
20 de novembro de 2025
Leandro Hassum dá vida ao apresentador em 'Silvio Santos Vem Aí' | Foto: Divulgação
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Um inspirado Leandro Hassum está a frente do elenco de ‘Silvio Santos Vem Aí’, que estreia nesta quinta (20) nos cinemas

Com estreia marcada para esta quinta-feira (20), “Silvio Santos Vem Aí” traz Leandro Hassum no papel do maior comunicador do Brasil. Protagonizado por Hassum e por Manu Gavassi, o filme – que tem direção de Cris D’Amato e roteiro de Paulo Cursino – revela os bastidores do programa que o consagrou e acompanha Silvio Santos no momento em que decide se lançar como pré-candidato à Presidência da República, em 1989. O filme mergulha nos bastidores da TV, revelando o momento em que Silvio, aos 58 anos, precisou se dedicar à campanha eleitoral. A partir da relação entre ele e a publicitária Marília (Manu Gavassi), que investiga sua vida para construir a campanha e evitar surpresas de adversários políticos, o filme mostra um lado mais íntimo do apresentador, que sempre foi extremamente reservado fora dos estúdios. Em uma excelente fase do cinema brasileiro, esta é a grande aposta para lotar as salas de exibição brasileiras na reta final do ano. A seguir Paulo Cursino fala a Rodrigo Fonseca sobre o longa.

Paulo Cursino: ‘Acredito, mesmo, que a solução está no brasileiro’

Paulo Cursino, roteirista e cineasta | Foto: Divulgação

Por Rodrigo Fonseca – Especial para o Correio da Manhã

Quando o Correio da Manhã pisou no set de filmagem de “Silvio Santos Vem Aí”, em São Paulo, no apagar das luzes de 2025, o nome que mais se mencionava era o de Paulo Cursino, roteista que virou sinônimo vivo de cinemas lotados. Leandro Hassum, que já filmou muito roteiro dele, disse que foi esse escriba das telas quem primeiro sacou que o astro poderia viver o Homem do Carnê do Baú.

“No cinema, o Paulo Cursino é a minha voz. Nossa parceria é grande e bonita. Um dia, lá em 2017, ele me disse que queria escrever a biografia do Silvio e pensava em mim para o papel. A minha reação foi: ‘Você comeu cocô? Só pode’. Aí, nessa época, passei um período mal. Tinha acabado de emagrecer e achava que tinha perdido a graça. Nesse momento eu esbarrei com um grafite do Silvio Santos jovem e pensei: ‘Tem semelhança’. O tempo passou e o projeto acabou rolando e veio de uma forma em que não consigo usar as cartas que tenho na manga. Não é um projeto meu. É um projeto em que brinco sem meus brinquedos habituais, num caminho de descoberta”, diz o comediante, que pode emplacar a atuação mais primorosa de sua carreira nesse longa, que estreia na quinta com fome de multidões.

Seu foco é o curto período do ano de 1989 em que o apresentador do SBT viveu o sonho de concorrer à Presidência da República, num embate com Collor e Lula. Quem filma essa volta no tempo é Cris D’Amato, diretora da franquia milionária “S.O.S. Mulheres ao Mar” (2014-15), que foi dragada pela força da escrita de Cursino ao dar um colorido leve ao histórico presidenciável de Senor Abravanel (1930-2024), nome real de Silvio, trazendo as figuras míticas de seus programas para a telonas numa produção da Paris Entretenimento.

“Não é um filme político, mas, sim, um filme de homenagem, que capta a essência do Silvio”, diz a diretora, ciente de que pouca gente no país sabe escrever o brasileiro do jeito que o brasileiro gosta, para rir, fazer catarses e pensar.

Ao lado de neochanchadas sem medo algum de serem felizes (e de lucrarem alto), como “Os Farofeiros”, a pena de Cursino deu ao país sátiras políticas (“O Candidato Honesto”), um estudo sobre maternidade (“Fala Sério, Mãe”), o mais bem-sucedido (e lúdico) longa nacional sobre o Papai Noel (“Tudo Bem No Natal Que Vem”) e o biopic do Trapalhão que virou um signo da luta antirracista e venceu Gramado em seu engajamento (“Mussum, O Filmis”). Agora é a vez do Silvio.

Autor da terceira parte da franquia “Os Farofeiros”, já em filmagem, Cursino – que tem parcerias fiéis com Hassum; Maurício Manfrini, o Paulinho Gogó; e o diretor Roberto Santucci – antecipa neste papo com o Correio da Manhã o que nosso circuito pode esperar de “Silvio Santos Vem Aí”. Com três décadas de carreira no audiovisual, esse paulista de Taubaté, hoje com 56 anos de idade, já levou cerca de 35 milhões de espectadores aos complexos exibidores do pais – e esses números só aumentam. Também produtor, há de dirigir já, já. Confira na entrevista a seguir o olhar crítico dele sobre nossa cultura cinéfila.

O que o Silvio Santos representou para a sua formação de olhar como telespectador?

Paulo Cursino – É muito difícil especificar isso. Eu faço parte de uma geração que nasceu com o Silvo já consolidado. Ele já era conhecido por todos os brasileiros. Eu realmente não tenho idéia de qual foi seu auge, seu clímax, e nem sei dizer se houve uma decadência. Acho que nem o público. Ele fazia parte da paisagem da nossa cultura. Quando lembro de Silvio, lembro da minha infância, dos meus avós, dos meus primos, de gincanas depois do frango com macarrão do almoço de domingo. Ele trouxe para mim a idéia de um Brasil mais leve, mais bem-humorado, mais unido, e isso ajudou a formar o modo como vejo o público brasileiro até hoje. Eu nunca dividi o público dos meus filmes na minha cabeça. Nunca pensei “esse filme é mais para o Nordeste” ou “este é para o Sudeste”, ou “essa piada não vai funcionar no Rio Grande do Sul”. Nunca fiz isso. E Silvio também não, seu programa era o mesmo para o Brasil inteiro. Ele realmente criava e produzia para o país, não para um nicho. Acho engraçado a academia e a crítica brasileira terem se esforçado por décadas em busca da nossa “identidade única”. Se tivessem começado a procurar pela televisão, teriam a resposta logo de cara.

O quanto desse Silvio da sua formação está no filme?

Ele está todo lá. Eu não queria escrever um filme que trouxesse apenas “um lado de Silvio Santos que ninguém nunca viu”. Não. Minha idéia sempre foi mostrar o Silvio Santos que todo mundo já viu e aprendeu a amar. Tanto que 80% das cenas dele se passam no palco. A famosa analogia do por-do-sol funciona aqui: não existe espetáculo mais bonito, mas quantas vezes paramos para ver e valorizar este por do sol como se deve? O filme tem essa proposta, de olhar para o Silvio e seu programa como se deve. Havia riqueza naquilo que ele fazia, havia detalhes, competência, talento, vai além do entretenimento. O que fiz foi colocar uma lupa sobre o Silvio que amamos, sobre o que todo mundo viu, e não sobre o que ninguém viu.

O que essa fase atual sua de biografias tem revelado de interessante, a começar pelo longa sobre Mussum?

O mais interessante foi perceber que muita gente enxerga em mim um autor contraditório, e às vezes tenho explicar que não é nada disso. Quando escrevi “O Candidato Honesto”, muitos vieram me perguntar o que eu tinha contra o país, porque o filme demolia nossa política. E eu sempre respondia que não tenho nada contra o Brasil, mas que apontar defeitos, fazer críticas, é um função da arte, ainda mais comédia. Esta percepção de que eu não gosto do Brasil, que meus filmes eram “americanizados”, sempre me incomodou, porque não é verdade. Acho que, de certa forma, sem querer, sem ter planejado isto, estou tentando refutar essa visão falando de brasileiros notáveis, como foi o Mussum e agora com Silvio Santos. Fui chamado a colaborar até mesmo no filme do Mauricio de Sousa. Claro que isso advém da minha forma de enxergar política e sociedade. Sim, o Brasil como país é complexo, complicado, difícil, inseguro, e merece todas as críticas. Mas acredito, mesmo, que a solução está no brasileiro, no indivíduo, em pessoas que encontraram seus caminhos e acharam suas próprias soluções, e que podem, sim, servir de exemplo para nós. Ao contrário do que pode parecer, não é contraditório, uma coisa não anula a outra, elas se complementam.

Você dispara como o roteirista que mais contabiliza milhões em nosso cinema… e, arrisco, também em nosso streaming, vide o êxito mundial, via Netflix, de “Tudo Bem No Natal Que Vem”. Como se cria pontes diretas entre a dramaturgia e a audiência nacional?

Engraçado que estou voltando de um evento de cinema neste momento, a MAX de Minas Gerais, onde todos me faziam a mesma pergunta. Os painéis eram sobre como atingir mais público. Eu sempre digo que não há fórmulas. Eu tenho muitos sucessos, mas já fracassei algumas vezes também, o que é natural, ainda mais em trinta anos de carreira. Não há fórmulas, mas há formas de desenvolver a sua percepção e capacidade de observação. Antes de falar com o Brasil, ou com qualquer público, é preciso primeiro ouvir o Brasil, ouvir este público. O problema é que 80% da classe cinematográfica brasileira não gosta do público brasileiro, não quer ouvir o público. Então o diálogo não ocorre e fica difícil construir pontes sem diálogos.

Qual foi o filme que te fez amar o cinema? Qual foi o filme que te fez querer escrever cinema? Qual filme te acalanta nas horas de pressão? Qual filme te conforta nas horas de dúvida?

Não consigo especificar mais isso, pois as lembranças se misturam muito. O primeiro filme que vi no cinema quando bem garoto foi “Digby, o maior cão do mundo”, e lembro que me diverti horrores. Minha mãe não me aguentava mais ouvir falar do filme. Fiquei louco por cinema depois dele. Acho que o filme que me fez querer escrever para cinema foi “O Clube dos Cinco”, do John Hughes. Nem gosto tanto do filme assim, mas lembro que foi a primeira vez que olhei pra tela do cinema e pensei: “eu consigo fazer isso”. Tenho alguns filmes que me acalentam em momentos difíceis. Um deles é “Primavera, verão, outono, inverno, e… primavera”, do Kim Ki-Duk. Um que entrou recentemente para esta lista foi “Questão de Tempo” do Richard Curtis. A trilha sonora desse filme sempre me emociona. E quando fico em dúvida de algo, principalmente profissional, revejo algum do Billy Wilder. Era impressionante como ele fazia tudo parecer fácil. Eu saio dos filmes dele ainda com dúvidas, claro, mas com a maravilhosa sensação de que as respostas chegarão a tempo. Para mim basta.

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