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Lawrence Fishburn: ‘Todos os realizadores que almejam filmar têm de fazer malabarismo’

por Editor 11 de dezembro de 2025
11 de dezembro de 2025
Lawrence Fishburn durante colóquio no Festival de Marrakech | Foto: Loukili Rabi/MIFF
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Visto com destaque nas telas este ano em “Operação Vingança” (“Amateur”) e preparado para mais uma temporada da série da Netflix “The Witcher”, Laurence Fishburne garante ao Correio da Manhã que a literatura de Paulo Coelho ainda está em seus planos: “Ainda vai sair o filme de ‘O Alquimista’. Estou entrando numa fase profissional agora”, diz o astro americano nascido em Augusta, na Geórgia, há 64 anos, e celebrizado no imaginário pop como Lorde Morpheus de “Matrix” (1999-2003).

Ainda nos anos 1990, pouco depois de sua indicação ao Oscar por “Tina – A Verdadeira História de Tina Turner” (1993), Fishburne expressou publicamente o desejo de transformar em longa-metragem o best-seller que fez de Coelho um dos maiores recordistas de venda do mercado editorial. Almejava estrelar e, quiçá, dirigir essa adaptação. O tempo passou, projetos entraram e projetos caíram, mas “O Alquimista” nunca chegou à telona. Agora, o jogo pode mudar, pelo que sugerem as declarações do ator numa entrevista ao longo do recém-encerrado Festival de Marrakech, no Marrocos. Ele esteve lá para uma sabatina na seção Conversas, onde teve sua carreira dissecada pelo crítico suíço Giona A. Nazzaro, o curador do Festival de Locarno.

Muita coisa boa passou pela troca entre eles, incluindo um balaço de Fishburne sobre filmes seminais para a luta antirracista como “Boyz n The Hood – Os Donos da Rua” (1991).

“Muita gente de talento apareceu para o cinema ali, como Ice Cube. Éramos uma equipe e um elenco de pessoas pretas… majoritariamente pretas… trabalhando com um diretor que tinha na imagem em movimento seu idioma, John Singleton. O nosso trabalho ali era não deixar que ele errasse. Só isso”, lembrou Fishburne na troca com Giona.

Dois dias depois, ele sentou com o Correio e falou do porvir. O papo foi o seguinte:

Em que está a trabalhar agora e o que veremos como próximos passos de sua carreira?

Laurence Fishburne – Vou passar à direção, com um par de projetos que estou desenvolvendo. Um é algo que André Holland irá encabeçar. Outro é baseado num romance de que não posso falar. Como sabe, todos os realizadores que almejam filmar têm de fazer malabarismo com quinze bolas e ver qual delas não cai. É aí que estou.

O Brasil tem curiosidade de saber se “O Alquimista” ainda sai. Aliás, em telas brasileiras, você é dublado por um gênio da atuação que dá voz a você e a um dos personagens de que mais gosta, o Patolino. Seu dublador mais constante é o Márcio Simões. Já pode ouvi-lo?

Sim, haverá “O Alquimista”. Agora… que bacana saber que o ator que me dubla em português faz a voz do Patolino.

No Brasil, um filme seu que teve pouco espaço nos EUA, “O Enigma do Horizonte” (“Event Horizon”, de 1997), é um cult. Costuma acontecer isso?

É curioso você mencionar esse filme, porque ele volta e meia é citado a mim como referência.

Foi inclusive um filme definitivo para abrir os caminhos para “Matrix”. Como você aquele fenômeno sci-fi com Keanu Reeves hoje?

As Irmãs Wachowski, que dirigiram “Matrix” queriam fazer um desenho animado japonês ganhar vida. Conseguiram. Alcançaram com isso uma relevância metafísica e mística que não imaginávamos.

Você nunca deixou o teatro. Como ator, tem algo a caminho para representar?

Em 2023, eu fiz um espetáculo solo que escrevi, chamado “Like They Do in the Movies”. É um monólogo que escrevi para mim mesmo. Comecei a escrevê-lo em 2003. Em 2005, apresentei o esboço ao grande Mike Nichols (diretor de “A Primeira Noite de Um Homem”). Ele perguntou: “Para quem é isso? É para você?” Eu disse que sim. Ele retrucou: “Tenho uma observação só: da próxima vez usa espaçamento duplo.” Eu tinha escrito tudo em espaçamento simples. Pensei: “Pronto, ele não gostou.” Enfiei o texto numa gaveta durante quinze anos. Não percebi que, na verdade, ele estava a dizer: “É bom, devia fazê-lo.” Mas foi bom tê-lo guardado. Tirei-o da gaveta por volta de 2020. Está na área de novo.

Na conversa com o crítico italiano Giona A. Nazzaro em Marrakech, você mencionou “Lawrence da Arábia” como um dos grandes filmes que já viu. Que filmes te fazem amar o cinema?

“Ao Mestre… Com Carinho”, “Um Sonho de Liberdade”, “Relíquia Macabra”. Há tantos. Revejo os filmes de que gosto sempre, para aprender com eles, ainda que seja algo difícil de descrever em palavras. Neles, eu busco algo que simplesmente ressoe em mim e me inspire a fazer um trabalho que toque as pessoas. Quero fazer trabalhos que mexam com a alma do público.

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