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Exposição reúne professores-artistas do Instituto de Artes

por Editor 13 de novembro de 2025
13 de novembro de 2025
Sergio Niculitcheff: obra pintada sobre papel artesanal | Foto: Antoninho Perri/Unicamp
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Entre questões sobre ser artista e atuar como professor e orientador de arte, nasce a mostra “Há quanto tempo pensando nisso”, com abertura nesta quinta-feira (6 de novembro), ao meio-dia, na Galeria de Arte do Instituto de Artes (Gaia). A exposição materializa os projetos de pesquisa de nove docentes do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) do Instituto de Artes (IA) da Unicamp. Em cartaz até 12 de dezembro, a mostra é marcada pela diversidade, reunindo pintura, fotografia, gravura, xilogravura, vídeo, instalações e tecnologia que dialogam com a ideia do que é ser um docente-artista dentro da Universidade. As informações são do site unicamp.br. (Veja as imagens abaixo).

“A mostra está virando uma tradição, é um espaço conquistado, importante para os alunos e para a comunidade verem o trabalho dos professores que também são artistas. O nome da exposição tem um sentido, que remete a um sentimento verdadeiro, de que pesquisa em arte não envolve apenas dar aulas ou escrever textos, mas também a materialidade do processo. A arte nos cobra o tempo inteiro, estamos sempre pensando nisso”, afirma Mauricius Farina, um dos curadores da exposição, em conjunto com César Baio e Sylvia Furegatti, atualmente pró-reitora de Extensão, Esporte e Cultura (Proeec), que também apresentam seus trabalhos.

A ideia dos organizadores é produzir um catálogo e levar a exposição para outras galerias do Brasil. Além da mostra, no dia 18 de dezembro, às 14h30, na Sala 3 da Pós-graduação do Instituto de Artes, o papel do artista na universidade será tema de uma mesa, com Gabriel Zacarias, diretor do Museu de Artes Visuais da Unicamp (MAV), e o convidado Luciano Vinhosa, teórico da arte e docente-artista da Universidade Federal Fluminense (UFF).

“Todos nós temos nos dedicado há muito tempo à carreira artística, e cada um tem um trabalho, além de sermos todos orientadores de mestrados e doutorados”, completa Farina, que apresenta uma série de três fotografias da série “Paisagens Invertidas”, que representam o tempo suspenso e o habitar o mundo. “Essas imagens tratam sobre uma experiência poética da presença e do mover-se pelos lugares”, define.

Inédito na Unicamp

César Baio, que tem se dedicado a projetos de arte tecnológica com uso de fungos e inteligência artificial (IA), depois de se destacar internacionalmente com o coletivo Cesar & Lois (parceria com a artista norte-americana Lucy HG Solomon, da California State University San Marcos), apresenta pela primeira vez na Unicamp uma instalação que reúne suas experimentações.

O título do trabalho é “Inteligência da Floresta: do Boreal ao Tropical”, também uma criação de Cesar & Lois. “A instalação mostra os sinais invisíveis entre as diferentes entidades que tornam a floresta um organismo vivo e interconectado. Esse projeto teve início com a obra ‘Inteligência Boreal’, realizada na Finlândia, mostrando as relações nem sempre perceptíveis entre as diferentes entidades vivas que compõem a floresta. Para esta exposição, a ideia de conexão entre diferentes espécies é deslocada para o contexto global”, explica.

Esculturas em forma de casulos, instaladas no chão da mata, captam os sinais bioelétricos de fungos, plantas e líquens e os traduzem em lampejos luminosos, que comprovam suas atividades vitais. “A obra torna visível a comunicação subterrânea e aérea dos organismos da floresta, permitindo ao público experimentar a vida pulsante desses ambientes. O trabalho propõe pensar a floresta como uma rede viva que atravessa geografias, espécies e tempos”, completa o artista, que ressalta: “A instalação não utiliza plataformas massivas de IA generativa, conhecidas por causarem grandes impactos ambientais.”

“Trazer para a exposição resultados, ainda que parciais, de processos criativos que se desenvolvem também como pesquisa permite que o público veja o que é pensado e pesquisado dentro dos programas de pós-graduação”, afirma Baio. “São trabalhos que se conectam pela relação entre o exercício da materialidade do que é empregado por cada artista e seu processo de criação.”

Natureza, resistência e memória

Sylvia Furegatti apresenta a instalação “Estalactites”, que faz parte de uma nova série de trabalhos compostos por variações de folhas naturais de plantas. “Nessa exposição, apresento uma torre estalactite formada por folhas de espadas de São Jorge que reforçam a pesquisa técnica e poética que venho realizando, já há bom tempo, com este tipo sincrético de plantas”, explica.

“O trabalho propõe um desvio do modo natural de crescimento da planta, convertendo-a em uma escultura que o público pode circular, observando suas variações de densidade e cor, com alguma desconfiança sobre sua origem natural e capacidade de sobrevida”, acrescenta.

Sobre a curadoria, Furegatti destaca que a seleção dos trabalhos buscou revelar o potencial de desdobramento das orientações disciplinares. “Uma exposição de professores-artistas é portadora de um tensionamento desejado entre os modelos de produção em ateliê ou estúdio e a condição da arte como projeto”, define.

Marta Strambi, que apresenta trabalhos com elementos em vidro, como punhos, ressalta que, como professora, enfatiza a abordagem de seu processo de criação. “Meu processo é autobiográfico, e convido os alunos a mostrarem os seus”, destaca. Para a exposição, ela apresenta duas instalações em torno do tema resistência. “As obras ‘Resistere I e II’ tratam da relação entre arte, violência e pertencimento.”

Sergio Niculitcheff, por sua vez, reuniu nove pequenos trabalhos produzidos neste ano e uma pintura em tela de 2006. As obras recentes, com técnica de pastel oleoso, foram pintadas sobre papel artesanal confeccionado pelo artista a partir de fibras de fiapos de manga. “A opção pela junção dos trabalhos se deu pela afinidade temática”, explica.

Já Rachel Zuanon aposta em uma obra imersiva e interativa que leva o nome de “[embrace] the earth and yourself” e traz uma reflexão “sobre os impactos do Antropoceno na sustentabilidade da vida humana, não-humana e planetária”. A instalação usa recursos de realidade virtual e se fundamenta em conceitos das neurociências cognitivo-comportamentais.

Luise Weiss apresenta xilogravuras inspiradas no tema navegantes. “São navios, portos, vindas e partidas. Nas xilogravuras, os fios da madeira se entrelaçam às figuras que surgem e se dissolvem, como embarcações que ora aparecem, ora se perdem no horizonte”, define.


Edson Reuter, atual coordenador do programa de pós-graduação, expõe gravuras que tratam de texturas e retículas e seus efeitos de cor e transparência em impressões de grande formato. “Tenho desenvolvido um trabalho de gravura no qual uso um aparelho de extrema precisão para produzir retículas que representam oticamente coisas não precisas, em especial as nuvens, mas também tenho me interessado em utilizar as texturas da madeira”, conta.

No formato vídeo, Gilberto Sobrinho exibe um documentário poético sobre o trabalho do artista, entalhador e escultor Vitoriano dos Anjos Figueiroa (Salvador, 1765 – Campinas, 1871). “Em Campinas, ele desenvolveu um de seus trabalhos mais impactantes, evidenciando a influência do barroco e do neoclássico, que é o retábulo-mor da Catedral Metropolitana de Campinas, paróquia Nossa Senhora Da Conceição.

Sua figura é emblemática para que pensemos na condição do artista como um trabalhador”, afirma. “Vitoriano era um trabalhador contratado, dependia de seu contratante para a realização de sua arte e de sua sobrevivência. Portanto, temos o artista-trabalhador que está circunscrito a um regime específico de produção. Vitoriano, sabe-se, teve problemas com a continuidade do contrato de trabalho e foi demitido. Viveu, depois, na miséria, até ser cuidado por pessoas que sabiam de seu legado e que o protegeram até sua morte”, completa.

AGENDA

Exposição: “Há quanto tempo pensando nisso”, com obras dos artistas-docentes Cesar Baio, Edson Reuter, Gilberto Alexandre Sobrinho, Luise Weiss, Marta Strambi, Mauricius Farina, Rachel Zuanon, Sergio Niculitcheff e Sylvia Furegatti.

Período: De 6 de novembro, às 12h até 12 de dezembro

Horário: De segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h.

Local: Galeria do Instituto de Artes da Unicamp (Gaia), Rua Sérgio Buarque de Holanda, s/nº, térreo da Biblioteca Central Cesar Lattes. Entrada gratuita.

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