Correio da Manhã SP
  • ESTADO DE SÃO PAULO
    • Estado de São Paulo
    • Região Metropolitana de São Paulo
    • Região Metropolitana de Campinas
    • Campinas
    • Interior de São Paulo
  • INTERIOR
  • NACIONAL
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • COLUNISTAS
Correio da Manhã SP
  • ESTADO DE SÃO PAULO
    • Estado de São Paulo
    • Região Metropolitana de São Paulo
    • Região Metropolitana de Campinas
    • Campinas
    • Interior de São Paulo
  • INTERIOR
  • NACIONAL
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • COLUNISTAS
25, março 2026
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Presa por furto de material do laboratório da Unicamp é professora doutora 
CPI do Jockey ouve arquiteta citada em denúncias
Prefeitura nega alvará para clube com ondas artificiais em Alphaville
Linhas 2 e 4 disputam qual será a primeira fora da...
Novo parque preservará quatro nascentes
CPI da Habitação ouve incorporadora e mira uso de unidades HMP
Preços de combustíveis variam em até R$ 0,50 em Hortolândia, aponta...
Ex-prefeito interino de Paulínia é condenado por ‘rachadinha’
BYD avalia instalar nova unidade industrial na região
Claro adquire empresa de Sumaré por R$ 2,4 bilhões
Correio da Manhã SP
ANUNCIE CONOSCO
Correio da Manhã SP
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Presa por furto de material do laboratório da Unicamp é professora doutora 
CPI do Jockey ouve arquiteta citada em denúncias
Prefeitura nega alvará para clube com ondas artificiais em Alphaville
Linhas 2 e 4 disputam qual será a primeira fora da...
Novo parque preservará quatro nascentes
CPI da Habitação ouve incorporadora e mira uso de unidades HMP
Preços de combustíveis variam em até R$ 0,50 em Hortolândia, aponta...
Ex-prefeito interino de Paulínia é condenado por ‘rachadinha’
BYD avalia instalar nova unidade industrial na região
Claro adquire empresa de Sumaré por R$ 2,4 bilhões
Correio da Manhã SP
  • ESTADO DE SÃO PAULO
    • Estado de São Paulo
    • Região Metropolitana de São Paulo
    • Região Metropolitana de Campinas
    • Campinas
    • Interior de São Paulo
  • INTERIOR
  • NACIONAL
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • COLUNISTAS
Copyright 2021 - All Right Reserved
Home Destaque II

Congresso derruba 56 vetos de Lula ao PL do licenciamento ambiental

por Editor 28 de novembro de 2025
28 de novembro de 2025
Sessão do Congresso para análise dos vetos ao projeto sobre licenciamento ambiental, em 27/11/2025 | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
478

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), 56 dos 63 vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei (PL) que elimina ou flexibiliza regras para o licenciamento ambiental no Brasil. O texto foi apelidado pelos críticos de “PL da Devastação”.

O resultado da votação é uma derrota fragorosa do governo, que ontem chegou divulgar uma nota apelando pela manutenção dos vetos.

O apelo foi feito em meio ao estremecimento da relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que não esconde seu descontentamento com a indicação, por Lula, do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) – Alcolumbre fez pressão em favor do nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Após a análise dos vetos, os parlamentares apreciaram 28 destaques apresentados pelo PT e PSOL, como forma de tentar manter os vetos presidenciais. Na Câmara dos Deputados, os destaques foram rejeitados por 295 votos a 167. No Senado, ainda estão em votação.

O governo conseguiu, por outro lado, adiar a análise de sete dos vetos referentes ao Licenciamento Ambiental Especial (LAE), nova modalidade criada que previa o licenciamento de forma simplificada e com “fase única” para obras consideradas “estratégicas”.

Ao vetar o dispositivo da LAE, o Executivo editou a Medida Provisória (MP) 1308 de 2025, mantendo a previsão desse instrumento ambiental. Porém, em vez de licenciamento em fase única, a MP editada pelo governo prevê equipes exclusivas destinadas para dar celeridade aos licenciamentos de obras consideradas estratégicas, mantendo todas as fases hoje previstas para liberação de empreendimentos.

O relator da MP 1308 na Câmara é o deputado Zé Vitor (PL-MG). A medida precisa ser analisada até o dia 5 de dezembro para não perder a validade. A comissão que analisa a MP é presidida pela senadora Tereza Cristina (PP-MS), importante liderança da bancada ruralista no Parlamento.

Apoiado pelo agronegócio e setores empresariais, o PL do Licenciamento Ambiental vem sendo denunciado como grave retrocesso por organizações ambientalistas e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Com a derrubada dos vetos, são retomados dispositivos como o que autoriza o autolicenciamento para obras de porte médio, chamado de Licença por Adesão e Compromisso (LAC). Essa modalidade requer apenas um compromisso dos empreendedores para liberação das obras, sem os estudos ambientais exigidos atualmente.

A derrubada dos vetos permite ainda transferir a definição dos parâmetros ambientais do licenciamento da União para estados e Distrito Federal (DF); retira atribuições de órgãos ambientais como Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e limita a consulta aos povos indígenas e comunidades quilombolas afetados pelos empreendimentos.

O Legislativo ainda derrubou o veto do governo que impediu retirar a Mata Atlântica do regime de proteção especial para supressão de floresta nativa. A derrubada do veto reduz as exigências para desmatar o bioma que mantém atualmente cerca de 24% da vegetação original.

O Observatório do Clima, que reúne 161 organizações sociais e ambientais, afirma que a derrubada desses vetos é o maior retrocesso ambiental da história do país, e logo após a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém (PA).

“Manter os vetos de Lula é crucial para impedir o esvaziamento do licenciamento ambiental, o principal instrumento de prevenção de danos ambientais do país, criado há mais de quatro décadas pela Política Nacional do Meio Ambiente, de 1981”, disse o Observatório, em nota.

Alcolumbre pauta tema após COP30

Deputados e senadores favoráveis aos vetos do presidente Lula criticaram o presidente do Congresso, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), por pautar o tema após a COP30, enquanto há muitos outros vetos na fila para serem apreciados.

Alcolumbre argumentou que a votação do licenciamento ambiental era necessária para destravar o processo legislativo.

“Há regiões inteiras aguardando que o Congresso finalize essa discussão para que grandes projetos saiam do papel, gerando empregos, renda e crescimento econômico — sempre com responsabilidade ambiental”, disse o presidente do Senado.

O deputado federal Nilto Tatto (PT-SP), falando como líder do PT, destacou que a votação do tema após a COP30 reflete uma decisão política de setores privados que querem flexibilizar as regras ambientais no Brasil.

“O momento em que se está trazendo para votar, logo depois da Conferência do Clima, tem uma posição política de setores que desnortearam o debate do licenciamento ambiental para defender interesses menores e não interesses do país, não interesses da sociedade brasileira”, disse.
Debate

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) avaliou que a derrubada dos vetos vai aumentar o desmatamento ao transferir para os estados e o Distrito Federal a responsabilidade por definir parâmetros e critérios para o licenciamento ambiental.

“Vai se criar uma verdadeira guerra ambiental na tentativa de levar algum tipo de empreendimento sem o devido rigor e, portanto, [sem] a proteção dos nossos biomas e do nosso meio ambiente”, afirmou.

O deputado José Vitor (PL-MG) argumentou, por outro lado, que o projeto aprovado respeita o meio ambiente e que o atual modelo de licenciamento no Brasil impede a realização de obras. Ele ainda defendeu a exclusão do Ibama dos processos de liberação de obras.

“Nenhum de nós aqui está abrindo mão para qualquer flexibilização ou qualquer ponto que coloque em risco o meio ambiente. Depois de um órgão ambiental, como uma secretaria de estado de meio ambiente, fazer toda a análise técnica e conceder uma autorização, que, mesmo assim, precisava do carimbo do Ibama, um carimbo que, de fato, não protege nada”, afirmou.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), defendeu que o Brasil explore suas riquezas.

“[O governo] quer colocar travas no agronegócio, que é a única coisa que ainda está dando certo, economicamente, no Brasil. Aí querem colocar aqui o veto no licenciamento ambiental votado por essas duas Casas. O verdadeiro Brasil que nós temos é o Brasil que explora as suas riquezas do agro”, afirmou.

Por sua vez, o deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) argumentou que os atrasos que, eventualmente ocorrem, no processo de licenciamento ambiental é resultado do desmonte praticado contra os órgãos ambientais ao longo dos anos.

“Se existe morosidade hoje é por conta do desmantelamento do governo anterior com relação à pauta ambiental, que retirou salários, diárias, combustível e instrumentos para que esses servidores pudessem agir”, comentou.

Gadêlha também criticou que órgãos ambientais como Ibama, Funai, Iphan e outros passam a ter um caráter de “observador” sem que os seus pareces tenham “caráter vinculante” nos processos de licenciamento.

 *com informações da Agência Brasil

Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Editor

Postagem anterior
Projeto de Lei cria protocolo para combater a violência contra profissionais de Enfermagem em Campinas
Próxima postagem
Tigela Cheia acontece neste sábado em Ribeirão Pires

Você também pode gostar

Lula sanciona Lei Antifacção

24 de março de 2026

Ratinho Jr. desiste de concorrer à Presidência

24 de março de 2026

Pq. das Águas: projeto em fluxo permanente

23 de março de 2026

ASSISTA: Veja o que será destaque na edição impressa do Correio nesta segunda (23)

22 de março de 2026

CORREIO BASTIDORES | Entidade de petróleo critica imposto de exportação

21 de março de 2026

Já estão vigor as novas regras para frete no Brasil

20 de março de 2026

Posts recentes

  • Prefeitura nega alvará para clube com ondas artificiais em Alphaville
  • CPI do Jockey ouve arquiteta citada em denúncias
  • Linhas 2 e 4 disputam qual será a primeira fora da capital paulista
  • CPI da Habitação ouve incorporadora e mira uso de unidades HMP
  • BYD avalia instalar nova unidade industrial na região

Comentários

Nenhum comentário para mostrar.

Follow Us

Recent Posts

  • Prefeitura nega alvará para clube com ondas artificiais em Alphaville

    25 de março de 2026
  • CPI do Jockey ouve arquiteta citada em denúncias

    25 de março de 2026
  • Linhas 2 e 4 disputam qual será a primeira fora da capital paulista

    25 de março de 2026
  • CPI da Habitação ouve incorporadora e mira uso de unidades HMP

    25 de março de 2026
  • BYD avalia instalar nova unidade industrial na região

    25 de março de 2026

Categories

  • Campinas (642)
  • Cultura (148)
  • Destaque (134)
  • Destaque II (117)
  • Destaque III (841)
  • Destaque IV (79)
  • Economia (199)
  • Esporte (18)
  • Estado de São Paulo (785)
  • Interior de São Paulo (789)
  • Nacional (424)
  • Política (498)
  • Região Metropolitana de Campinas (1)
  • Região Metropolitana de São Paulo (5)

Correio da Manhã São Paulo

Uma publicação do Jornal Correio da Manhã.

  • Email: correiodamanha@gmail.com

Links

  • Sobre nós
  • Contato
  • Anuncie Conosco
  • Relações de Midia
  • Conformidade

Termos de Uso

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Declaração de Acessibilidade
  • Ratsreamento de Dados

Newsletter

Últimas Notícias

BYD avalia instalar nova unidade industrial na região
Ex-prefeito interino de Paulínia é condenado por ‘rachadinha’
Novo parque preservará quatro nascentes

©2025 – Todos os direitos reservados.
Projetado e desenvolvido pelo Correio da Manhã.

Facebook Twitter Instagram Youtube
Correio da Manhã SP
  • Home