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Amir Haddad e Renato Borghi levam ao palco 70 anos de amizade

por Editor 8 de janeiro de 2026
8 de janeiro de 2026
Amir Haddad e Renato Borghi evocam monentos de seuas trajetórias no palco | Foto: Cristina Granato/Divulgação
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Fundadores do Teatro Oficina se reencontram em espetáculo que rtetorna aos palcos cariocas

Um jantar em março de 2024, na casa do diretor e produtor Eduardo Barata, foi o ponto de partida para um encontro cênico inédito. Amir Haddad e Renato Borghi, dois dos fundadores do Teatro Oficina ao lado de José Celso Martinez Corrêa, não se viam pessoalmente havia anos. À mesa, as histórias começaram a se entrelaçar sem parar — afinal, são 88 anos de idade de cada um e sete décadas de amizade. Barata percebeu ali que aqueles relatos precisavam ganhar o palco. Assim nasceu “Haddad e Borghi: Cantam o Teatro, Livres em Cena”, que estreia nesta quinta-feira (8) no Sesc Copacabana, após temporadas no Rio e em São Paulo.

A montagem, idealizada e dirigida por Barata com roteiro escrito em parceria. “Os dois começaram a conversar, e o encanto foi acontecendo, e eu, cada vez mais, me via embevecido e apaixonado pelas trajetórias. Borghi, carioca da gema, tijucano, classe média alta. Já Amir, filho de pai sírio que vendia rapadura, nasceu em Guaxupé, no sul de Minas Gerais, cresceu em Rancharia, interior de São Paulo, classe média baixa. Não tinha me caído a ficha de que, junto a Zé Celso, os três se conheceram e estudaram na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco — e entraram para a história quando criaram o, então, Grupo Oficina”, conta Barata.

A dramaturgia foi construída durante dez encontros presenciais entre os protagonistas e parte da equipe artística. Elaine Moreira define o resultado como “uma narrativa em trânsito, em ebulição e com imensa liberdade artística, assim como a trajetória de Amir e Renato”. Para Barata, o desafio foi criar uma encenação que honrasse a trajetória dos dois mestres. “Construímos e desconstruímos a encenação, desafiando as perspectivas do espaço. Nossa ideia é narrar, cantar e apresentar ao público um panorama com recortes da cena nacional, pelos olhos de dois homens de teatro, dois operários, trabalhadores contemporâneos, dois pensadores das artes, que não separam vida e teatro, teatro e vida”, explica o diretor.

Em cena, Haddad e Borghi discorrem sobre temas como a existência, o ofício do ator e os diversos “Brasis” que lhes habitam, além de momentos marcantes de suas trajetórias que somam quase 200 anos de teatro. O elenco — formado por Débora Duboc, Élcio Nogueira Seixas, Duda Barata e Máximo Cutrim — provoca a dupla a cada sessão, trazendo para a roda assuntos e lembranças preciosas das vidas de Amir e Renato dentro e fora dos palcos. A montagem ainda conta com a participação da cantora lírica Ananda Gusmão, das palhaças Lenita Magalhães e Nathalia Cantarino, além de oito artistas de circo.

“Eu e o Renato convivemos mesmo por muito tempo. São 70 anos de bem-estar e alegria ao lado dele. Nenhuma vez tivemos qualquer destemperança nessa vida. Fizemos um grupo de teatro juntos, faculdade, e também desistimos dela juntos. Renato é parte integrante. Agora é muito bom estarmos aqui reunidos, sou feliz de tê-lo conhecido e por termos caminhado tanto pela vida cultural brasileira”, recorda Haddad.

Borghi, por sua vez, relembra o início de ambas as carreiras. “Amir é muito importante para mim. Quando eu comecei a fazer teatro, ele me dirigiu na peça do Zé Celso, ‘A Incubadeira’. Era para termos feito apenas por 15 dias e acabamos ficando seis meses. Foi o primeiro sucesso da minha carreira. Amir ficou com a gente nesse período, e foi um acontecimento, um assombro, ainda era meio amador. Depois, ele veio para o Rio, mas continuamos sempre em sintonia”, lembra o ator.

Macaque in the trees
Amir Haddad e Renato Borghi evocam momentos de seuas trajetórias no palco | Foto: João Maria/Divulgação

O espetáculo reúne diversas expressões artísticas — ópera, circo, artes visuais e carnaval — e evoca referências como Lygia Clark, Hélio Oiticica, Elis Regina, Zé Kéti, Braguinha e Emilinha Borba. O Trio Júlio assina a direção musical e executa músicas ao vivo. A trilha sonora passeia por marchinhas, bossa nova, choro e sambas, com algumas composições instrumentais exclusivas para o espetáculo.

O elenco apresenta obras de autores fundamentais para o universo dos dois homenageados, como Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Arthur Miller, Gianfrancesco Guarnieri, Oswald de Andrade e Bertolt Brecht. Músicas do cancioneiro brasileiro integram a trilha, muitas delas interpretadas pelos próprios Haddad e Borghi ao longo de suas carreiras. Entre elas estão “Ave Maria no Morro”, “Se Acaso”, “Vaidosa”, “Alegria, Alegria” e “Carinhoso”, além de composições criadas para o teatro, como “Canção do Jujuba”, de Caetano Veloso, e “Roda Viva”, de Chico Buarque.

A figurinista Rute Alves mergulhou no universo teatral de ambos com referências aos grupos Tá na Rua e o Teatro do Promíscuo e trabalhos de Lygia e Oiticica.

SERVIÇO

HADDAD E BORGHI CANTAM O TEATRO LIVRES EM CENA

Sesc Copacabana (Rua Domingos Ferreira, 160)

De 8/1 a 1/2, de qui a sáb (20h) e dom (18h) | R$ 30, R$ 15 (meia) e R$ 10 (associado Sesc)

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