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Subcomissão de Recursos Hídricos apresenta plano de trabalho para defender Campinas (SP) na outorga do Cantareira

por Editor 18 de fevereiro de 2026
18 de fevereiro de 2026
Renovação da outorga do Cantareira está prevista para maio de 2027 | Foto: Alesp
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A Subcomissão de Recursos Hídricos da Câmara Municipal de Campinas (SP), que acompanhará a articulação das políticas municipais de segurança hídrica, apresentará nesta quinta-feira (19) o Plano de Trabalho do grupo (objetivos, eixos prioritários, metas e cronograma de atividades).

As duas prioridades do colegiado são: a competição pelos recursos hídricos do Sistema Cantareira com a Região Metropolitana de São Paulo e a Parceria Público-Privada (PPP), proposta pelo governo estadual, que privatiza a operação das represas de Duas Pontes e Pedreira. Mas, a necessidade primordial é acompanhar a renovação da outorga do Cantareira, cujo vencimento está previsto para maio de 2027.

Para o vereador Luis Yabiku, que preside a Comissão de Meio Ambiente, a criação da subcomissão representa responsabilidade com o futuro da cidade: “a água é o recurso mais estratégico que temos e Campinas não pode ficar à margem das grandes decisões. Nosso papel será garantir que a cidade tenha voz ativa na renovação da outorga do Cantareira em 2027 e em todos os fóruns que decidem o futuro do nosso abastecimento”.

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Da esq. p/ dir.: Rubens Gás (PSB-SP), Wagner Romão (PT-SP) e Luis Yabiku (Republicanos-SP) | Foto: Câmara Municipal de Campinas

Imbróglio

A região de Campinas enfrenta escassez hídrica crônica. A bacia do PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundiaí) possui alta densidade populacional e industrial, mas baixa disponibilidade de água. Segundo dados do Consórcio PCJ, que monitora as bacias dos três rios, a região dispõe de cerca de 1.200 m³ de água por habitante por ano. Mas, o parâmetro estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) é de 1.500 m³.

A disputa histórica entre as regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas pela outorga do Sistema Cantareira fundamenta-se na gestão das águas das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí que são desviadas de seu curso natural para o abastecimento da capital paulista.

O conflito ganha força porque o sistema capta recursos hídricos no interior para enviá-los à bacia do Alto Tietê, atendendo a população paulistana, enquanto a região de Campinas reivindica o direito de utilizar essa mesma água para seu crescimento industrial e urbano.

A outorga de 1974 priorizava quase exclusivamente a capital, mas a renovação de 2004 passou a incluir regras de descarga mínima para o interior e a participação de comitês de bacia nas decisões.

A crise hídrica ocorrida entre 2014 e 2015 agravou a tensão entre as partes devido ao esgotamento dos reservatórios, o que exigiu a criação de normas técnicas mais rígidas na renovação de 2017.

As regras atuais estabelecem limites de retirada proporcionais ao volume de armazenamento nos reservatórios, garantindo que o envio de água para São Paulo seja reduzido em períodos de seca extrema para não desabastecer o interior.

O equilíbrio dessa disputa depende hoje da fiscalização da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (SP-Águas), além do investimento em novos sistemas de abastecimento que reduzam a dependência mútua do Cantareira.

Mas, segundo Romão, a operação das represas não foi submetida na prática à consulta da ANA, conforme exigido. A entidade federal é responsável pela implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e pela regulação do acesso à água em rios de domínio da União. Executa o monitoramento dos níveis hidrológicos, emite outorgas para o uso de água e estabelece normas de referência para o setor de saneamento básico em todo o território brasileiro.

Além da ANA, a subcomissão realizará conversas com o Comitê do PCJ, Sanasa, Sabesp e câmaras municipais da região metropolitana de Campinas.

O Comitê PCJ é um colegiado com participação do poder público e da sociedade civil para a gestão das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Elabora o plano de bacia, define as prioridades de investimento dos recursos arrecadados com a cobrança pelo uso da água e promove a mediação de conflitos entre diferentes setores da região.

Já a SP-Águas é a autarquia estadual que substituiu as funções do antigo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) na gestão dos recursos hídricos do estado de São Paulo. Atua na fiscalização, no licenciamento de obras hidráulicas e na emissão de autorizações para o uso de águas subterrâneas e superficiais paulistas.

A Sabesp, por sua vez, é uma empresa de economia mista que detém a concessão para a prestação de serviços de saneamento básico em centenas de municípios paulistas – o equivalente à Sanasa, em Campinas. Opera os sistemas de captação, tratamento e distribuição de água potável, além de realizar a coleta, o afastamento e o tratamento de esgotos domésticos e industriais.

Encontro

A reunião é público e está marcado para às 14h, no plenarinho Sala Sylvia Paschoal. A subcomissão foi criada oficialmente em 3 de fevereiro, por iniciativa do vereador Wagner Romão (PT-SP), e aprovada por unanimidade. O grupo é composto por Romão, pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente, Luis Yabiku (Republicanos-SP); e por Rubens Gás (PSB-SP). O mandato inicial é de 12 meses.

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