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Home Estado de São PauloCampinas

Transporte de ônibus na Zona Sul de SP volta a ser operado pela SPTrans

por Editor 29 de janeiro de 2026
29 de janeiro de 2026
Prefeitura de São Paulo assumirá integralmente a operação de 133 linhas de ônibus | Foto: Divulgação/Transwolff
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A Prefeitura de São Paulo anunciou que a SPTrans assumirá integralmente a operação das 133 linhas de ônibus que atendem a Zona Sul da capital após a desistência da empresa Sancetur em administrar o serviço de forma emergencial. A medida tem como objetivo garantir a continuidade do transporte público para cerca de 555 mil passageiros atendidos diariamente na região.

As linhas correspondem aos lotes D10 e D11, que abrangem distritos como Grajaú, Parelheiros, Marsilac e Jardim Ângela. Esses serviços eram anteriormente operados pela Transwolff, empresa que teve o contrato rescindido pelo município após se tornar alvo de investigações do Ministério Público de São Paulo por suspeitas de lavagem de dinheiro e ligação com o crime organizado.

Segundo a administração municipal, a SPTrans passa a responder pela supervisão e organização da operação, assegurando que os ônibus continuem circulando sem interrupções. A prefeitura afirma que a intervenção evita prejuízos à população e preserva a oferta de transporte em uma das regiões mais extensas e populosas da cidade.

Desde a decretação da intervenção na Transwolff, a gestão municipal já vinha garantindo a continuidade do serviço nessas linhas. Com a desistência formal da Sancetur, a SPTrans assume diretamente o acompanhamento da operação, incluindo a manutenção da frota, o cumprimento de horários e o atendimento aos usuários.

A prefeitura informou ainda que os empregos dos trabalhadores vinculados às linhas serão mantidos, assim como o pagamento de salários, benefícios e compromissos com fornecedores. Todo o processo, segundo o município, ocorre sob monitoramento técnico e administrativo da SPTrans, responsável pelo planejamento e gestão do transporte coletivo na capital.

A desistência da Sancetur foi comunicada oficialmente ao município por meio de ofício encaminhado à administração municipal. No documento, a empresa alegou impossibilidade de assumir plenamente a execução do contrato emergencial dos lotes D10 e D11. Diante desse cenário, a prefeitura afirma ter adotado medidas imediatas para evitar descontinuidade do serviço.

Paralelamente, o município informou que segue com os trâmites para a publicação de um novo edital de concessão definitiva dessas linhas. O objetivo é selecionar, por meio de licitação, uma empresa que atenda aos requisitos técnicos, operacionais e legais exigidos para a prestação do serviço de transporte coletivo urbano.

Apesar da garantia de manutenção da operação, ainda há questionamentos em aberto. A SPTrans não detalhou publicamente de quem são os ônibus utilizados nas linhas nem sob qual CNPJ os funcionários estarão formalmente vinculados durante o período de transição. Essas informações seguem sem esclarecimento oficial.

A situação das linhas está diretamente relacionada às investigações que envolvem a antiga operadora. A Transwolff, assim como a empresa UPBus, foi alvo da Operação Fim da Linha, deflagrada em abril de 2024 pelo Ministério Público de São Paulo. A ação apura um esquema de lavagem de dinheiro e possível favorecimento à facção criminosa PCC.

De acordo com as investigações, recursos utilizados para ampliar o capital da Transwolff teriam origem ilícita, provenientes de atividades criminosas. O suposto esquema envolveria o uso de empresas de fachada, CNPJs irregulares e interpostas pessoas para ocultar a real origem dos valores, prática comum em crimes financeiros.

Em decorrência dessas apurações, a Prefeitura de São Paulo iniciou, em dezembro de 2024, o processo de rescisão dos contratos firmados com a Transwolff e a UPBus. A decisão buscou preservar a legalidade dos contratos públicos e assegurar a regularidade do serviço prestado à população.

A defesa da Transwolff nega qualquer envolvimento com organizações criminosas e sustenta que não há comprovação de atividades ilícitas. A empresa afirma que pretende contestar as decisões administrativas e judiciais relacionadas ao caso.

Enquanto o processo segue em andamento, a prefeitura reforça que a prioridade é garantir o funcionamento do transporte público na Zona Sul, mantendo a circulação dos ônibus e evitando impactos diretos na rotina dos passageiros que dependem diariamente do serviço.

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