Correio da Manhã SP
  • ESTADO DE SÃO PAULO
    • Estado de São Paulo
    • Região Metropolitana de São Paulo
    • Região Metropolitana de Campinas
    • Campinas
    • Interior de São Paulo
  • INTERIOR
  • NACIONAL
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • COLUNISTAS
Correio da Manhã SP
  • ESTADO DE SÃO PAULO
    • Estado de São Paulo
    • Região Metropolitana de São Paulo
    • Região Metropolitana de Campinas
    • Campinas
    • Interior de São Paulo
  • INTERIOR
  • NACIONAL
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • COLUNISTAS
25, março 2026
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Presa por furto de material do laboratório da Unicamp é professora doutora 
Claro adquire empresa de Sumaré por R$ 2,4 bilhões
Preços de combustíveis variam em até R$ 0,50 em Hortolândia, aponta...
Ex-presidente do Conselho aponta falhas na gestão, equipes e leitos no...
Campinas está entre 30 cidades em programa climático da COP30
Artilharia brasileira na Segunda Guerra Mundial é tema de palestra em...
Tarcísio de Freitas comenta desistência de Ratinho Júnior à Presidência
Prefeitura divulga lista de maiores devedores
MPF se opõe a pedido da Enel contra investigação
Ampliação do Campo de Marte impacta obras em SP
Correio da Manhã SP
ANUNCIE CONOSCO
Correio da Manhã SP
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Presa por furto de material do laboratório da Unicamp é professora doutora 
Claro adquire empresa de Sumaré por R$ 2,4 bilhões
Preços de combustíveis variam em até R$ 0,50 em Hortolândia, aponta...
Ex-presidente do Conselho aponta falhas na gestão, equipes e leitos no...
Campinas está entre 30 cidades em programa climático da COP30
Artilharia brasileira na Segunda Guerra Mundial é tema de palestra em...
Tarcísio de Freitas comenta desistência de Ratinho Júnior à Presidência
Prefeitura divulga lista de maiores devedores
MPF se opõe a pedido da Enel contra investigação
Ampliação do Campo de Marte impacta obras em SP
Correio da Manhã SP
  • ESTADO DE SÃO PAULO
    • Estado de São Paulo
    • Região Metropolitana de São Paulo
    • Região Metropolitana de Campinas
    • Campinas
    • Interior de São Paulo
  • INTERIOR
  • NACIONAL
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • CULTURA
  • ESPORTE
  • COLUNISTAS
Copyright 2021 - All Right Reserved
Home Estado de São PauloCampinas

Justiça manda Prefeitura de SP retomar aborto legal na Zona Norte

por Editor 5 de março de 2026
5 de março de 2026
Hospital Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, localizado na Zona Norte da cidade | Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo
632

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Prefeitura da capital retome o atendimento de aborto legal no Hospital Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, localizado na Zona Norte da cidade. A decisão ocorreu após a corte negar um recurso apresentado pela gestão do prefeito Ricardo Nunes.

O julgamento foi realizado pela 5ª Câmara de Direito Público do tribunal. Os desembargadores mantiveram a determinação de restabelecimento do serviço, que havia sido encerrado no fim de 2023. Antes da suspensão, o hospital era considerado uma das principais referências no estado para procedimentos de interrupção de gestação previstos em lei, especialmente em casos considerados mais complexos.

No Brasil, a legislação permite a interrupção da gravidez em três situações: quando há risco à vida da gestante, em casos de anencefalia do feto ou quando a gestação é resultado de estupro. O serviço oferecido no hospital atendia pacientes nessas condições e recebia mulheres encaminhadas de diferentes regiões do estado.

Ao analisar o recurso apresentado pela prefeitura, os magistrados concluíram que a interrupção do atendimento representou um retrocesso no acesso a direitos garantidos pela legislação. O relator do processo, o desembargador Eduardo Prataviera, apontou que documentos reunidos no processo indicam dificuldades no acesso ao procedimento em diferentes unidades da rede pública.

Segundo o magistrado, há registros e relatórios técnicos que apontam episódios de recusa de atendimento ou ausência de encaminhamento adequado para pacientes que buscavam o serviço. Entre os documentos considerados estão relatórios médicos e uma nota técnica elaborada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo.

De acordo com o relator, a análise do material revelou que, em diversas situações, pacientes não receberam o atendimento previsto nem foram direcionadas a outras unidades capazes de realizar o procedimento. O entendimento do tribunal é que a interrupção do serviço no hospital contribuiu para ampliar obstáculos ao acesso ao aborto legal.

No recurso apresentado à Justiça, a administração municipal sustentou que o serviço não havia sido interrompido na capital, mas apenas reorganizado em outras unidades hospitalares da rede pública. Segundo o município, o atendimento estaria sendo realizado em diferentes hospitais municipais.

A decisão judicial, no entanto, indicou que a documentação apresentada no processo não confirma plenamente essa substituição do serviço. Para o tribunal, os registros apontam que houve falhas no encaminhamento de pacientes e dificuldade de acesso ao atendimento em determinadas situações.

A discussão judicial ocorre no contexto de outra decisão tomada anteriormente pela Justiça paulista. Em outubro de 2025, a juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública, condenou a Prefeitura de São Paulo ao pagamento de uma multa de R$ 24,8 milhões por descumprimento de decisão que determinava a retomada do serviço ou o encaminhamento adequado das pacientes para outras unidades.

O valor foi calculado com base em multa diária de R$ 50 mil aplicada ao município durante o período em que a ordem judicial não teria sido cumprida, totalizando 497 dias.

Na decisão, a magistrada avaliou que houve omissão do poder público diante da obrigação de garantir o acesso ao procedimento previsto em lei. Também apontou que o município não demonstrou, de forma concreta, que as pacientes foram atendidas ou direcionadas para outros hospitais capazes de realizar o procedimento.

O processo teve origem em uma ação apresentada pelos parlamentares Luciene Cavalcante, Carlos Giannazi e Celso Giannazi. Na ação, foram reunidos documentos e registros de casos em que pacientes teriam encontrado dificuldades para obter atendimento na rede pública municipal.

Durante a tramitação do processo, a Prefeitura de São Paulo contestou o valor da multa e argumentou que não teria tido condições adequadas de exercer o direito de defesa. Entre os pontos apresentados pela administração municipal estava a alegação de que os registros de pacientes citados na ação não incluíam dados completos, como nome integral e número de CPF.

A juíza responsável pelo caso entendeu que os documentos apresentados eram suficientes para a apuração das denúncias e destacou que o próprio município possui acesso aos registros completos de atendimento na rede pública. Segundo a decisão, caberia à administração municipal verificar seus próprios sistemas e demonstrar, com dados oficiais, a realização ou o reagendamento dos procedimentos mencionados.

Com a decisão mais recente do tribunal, permanece a determinação para que o serviço de aborto legal seja restabelecido no Hospital Maternidade Vila Nova Cachoeirinha, mantendo a exigência de garantia de acesso ao atendimento previsto pela legislação brasileira.

Compartilhar 13 FacebookTwitterPinterestThreadsBlueskyEmail
Editor

Postagem anterior
Últimos dias para inscrições nos cursos gratuitos da Univesp em Santo André
Próxima postagem
Obras públicas paradas expõem atrasos em projetos em SP

Você também pode gostar

Preços de combustíveis variam em até R$ 0,50 em Hortolândia, aponta Procon

25 de março de 2026

Claro adquire empresa de Sumaré por R$ 2,4 bilhões

25 de março de 2026

Ex-presidente do Conselho aponta falhas na gestão, equipes e leitos no Mário Gatti

24 de março de 2026

Presa por furto de material do laboratório da Unicamp é professora doutora 

24 de março de 2026

Campinas está entre 30 cidades em programa climático da COP30

24 de março de 2026

Artilharia brasileira na Segunda Guerra Mundial é tema de palestra em Campinas (SP)

24 de março de 2026

Posts recentes

  • Preços de combustíveis variam em até R$ 0,50 em Hortolândia, aponta Procon
  • Claro adquire empresa de Sumaré por R$ 2,4 bilhões
  • Moraes condede prisão domiciliar a Bolsonaro
  • Lula sanciona Lei Antifacção
  • Circo Amar estreia nesta sexta-feira

Comentários

Nenhum comentário para mostrar.

Follow Us

Recent Posts

  • Preços de combustíveis variam em até R$ 0,50 em Hortolândia, aponta Procon

    25 de março de 2026
  • Claro adquire empresa de Sumaré por R$ 2,4 bilhões

    25 de março de 2026
  • Moraes condede prisão domiciliar a Bolsonaro

    24 de março de 2026
  • Lula sanciona Lei Antifacção

    24 de março de 2026
  • Circo Amar estreia nesta sexta-feira

    24 de março de 2026

Categories

  • Campinas (642)
  • Cultura (148)
  • Destaque (134)
  • Destaque II (117)
  • Destaque III (834)
  • Destaque IV (79)
  • Economia (199)
  • Esporte (18)
  • Estado de São Paulo (778)
  • Interior de São Paulo (789)
  • Nacional (424)
  • Política (498)
  • Região Metropolitana de Campinas (1)
  • Região Metropolitana de São Paulo (5)

Correio da Manhã São Paulo

Uma publicação do Jornal Correio da Manhã.

  • Email: correiodamanha@gmail.com

Links

  • Sobre nós
  • Contato
  • Anuncie Conosco
  • Relações de Midia
  • Conformidade

Termos de Uso

  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Declaração de Acessibilidade
  • Ratsreamento de Dados

Newsletter

Últimas Notícias

Circo Amar estreia nesta sexta-feira
Ex-presidente do Conselho aponta falhas na gestão, equipes e leitos no Mário Gatti
Presa por furto de material do laboratório da Unicamp é professora doutora 

©2025 – Todos os direitos reservados.
Projetado e desenvolvido pelo Correio da Manhã.

Facebook Twitter Instagram Youtube
Correio da Manhã SP
  • Home