Uma das celebrações mais importantes do calendário cristão, a Páscoa 2026, deverá movimentar diretamente R$ 2,6 bilhões para o turismo paulista. As estimativas são do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP), e inclui a Sexta-feira da Paixão de Cristo.
Outro levantamento feito pela pasta estadual aponta que os municípios programaram atividades, encenações, caça ao coelho da Páscoa e aos ovos, além de missas e celebrações. O fluxo turístico estimado, ainda de acordo com o CIET, é de cerca de 2,2 milhões no período.
Diferentemente de 2025, quando os feriados da Páscoa e de Tiradentes coincidiram no calendário, resultando em um período prolongado de quatro dias, em 2026 o feriado será mais curto. Ainda assim, segundo a sondagem da ABIH-SP, a taxa de ocupação hoteleira, deve ficar em 58,5% no Estado.
“São muitas opções de atividades para as famílias aproveitarem neste feriado importante para o calendário cristão. Os municípios paulistas estão prontos para receber nossos turistas”, comenta o secretário de Turismo e Viagens do Estado, Roberto de Lucena.
Vendas aquecem
Além do impacto no turismo, a Páscoa também impulsiona o comércio, especialmente nas vendas de ovos de chocolate e pescados, itens tradicionais do período. Supermercados, peixarias e lojas especializadas registram aumento significativo na procura, o que reforça a necessidade de atenção redobrada por parte dos consumidores na hora da compra.
Órgãos de defesa do consumidor orientam que é fundamental verificar prazos de validade, condições de armazenamento e procedência dos produtos, principalmente no caso de pescados, que exigem refrigeração adequada. No caso dos ovos de chocolate, a recomendação é comparar preços, observar o estado da embalagem e desconfiar de ofertas muito abaixo do valor de mercado, que podem indicar golpes ou produtos irregulares.
As compras online também devem ser feitas com cautela. Especialistas alertam para a importância de adquirir produtos em sites confiáveis, checar a reputação do vendedor e evitar pagamentos fora das plataformas oficiais, reduzindo o risco de fraudes durante o período de maior movimentação comercial. Também é importante guardar comprovantes de compra e ficar atento às políticas de troca, garantindo mais segurança.